A singularidade do homem sempre me fascinou: Como as impressões individuais, os traços de caráter, as experiências e a história contemporânea fluem em conjunto em cada um de nós – e como esta individualidade é expressa na voz e na narrativa. Por isso, tornei-me jornalista de rádio e trabalhei biograficamente em diferentes formatos. Quando li os «audiolivros familiares», apercebi-me imediatamente: Quero fazer parte deste projeto – porque há uma oportunidade para me encontrar intensamente e ouvir muito mais de perto do que na atividade jornalística quotidiana. É a oportunidade de preservar a riqueza individual de experiências e histórias que cada um de nós carrega dentro de nós.